Meu nome é Francimar Rodrigues Dutra, meu pai se chamava Raimundo da Silveira Dutra (nascido em 1893), segundo ele chegou na cidade de Manaus aos 11 (onze) anos de idade advindo do Estado do Ceará, era filho de José da Silveira Dutra (falecido na cidade de Belém-PA, onde foi enterrado no cemitério da Saudade) e Maria da Silveira Dutra. Dizia ainda que meu avó era um oficial do exercito imperial e que constantemente viajava de Fortaleza/CE para a Província do Pará, ele deixou alguns manuscritos referente a familia e nesse momento estou tentando saber um pouco mais das origens de meu querido Pai.
É engraçado como as coisas acontecem. Tudo começa de um jeito e termina, ou nem precisa terminar, na metade mesmo, muda totalmente. Coisas tão simples se tornam tão complicadas, ou melhor, nós tornamos as coisas mais simples nas coisas mais complicadas. A vida é algo muito, não sei como dizer é algo muito, estranho, sei lá, em alguns momentos ta "tudo azul" e de uma hora para outra vira "um mar em fúria, num dia de tempestade".
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Meu nome é Francimar Rodrigues Dutra, meu pai se chamava Raimundo da Silveira Dutra (nascido em 1893), segundo ele chegou na cidade de Manaus aos 11 (onze) anos de idade advindo do Estado do Ceará, era filho de José da Silveira Dutra (falecido na cidade de Belém-PA, onde foi enterrado no cemitério da Saudade) e Maria da Silveira Dutra. Dizia ainda que meu avó era um oficial do exercito imperial e que constantemente viajava de Fortaleza/CE para a Província do Pará, ele deixou alguns manuscritos referente a familia e nesse momento estou tentando saber um pouco mais das origens de meu querido Pai.
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